quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


O gato ladrão
Havia numa Cidade, uma casa onde morava muitos rapazes que trabalhavam todos os dias para poder sustentar os seu animais entre os quais, as suas vacas. Todos os dias, o rapaz mais velho deixava muitos peixes fritos em cima da mesa para comer quando chegasse do trabalho. Um dia chegou do trabalho e encontrou os peixes comidos. Coitado! Ficou sem comer.
Noutro dia , aconteceu a mesma coisa e tornou a ficar calado. Quando ele irritou com aquilo, chamou os seus irmãos e perguntou-lhes quem andava a comer aqueles peixes. Eles responderam que não eram eles. Pois era o gato estimado do irmão mais velho é que andava a fazer aquilo. Mas não sabiam de nada. Pensaram então que era algum ladrão que andava a roubar os peixes. Todas as vezes o rapaz virava para o seu gatinho de estimação e dizia-lhe: Vais ter de me ajudar a descobrir que é que anda  a roubar os meus peixes.
Um dia, estava o rapaz mais novo na casa e derrepente ouviu o gato a gritar. Foi ver o se passava e o gato estava a frente dos peixes a gritar. Pois pensou que o gato estava com fome e apanhou um peixe e disse ao gato: “Não podes comer isto porque é do teu dono.”
Naquele preciso momento chegou o irmão mais velho e viu o rapaz com o peixe na mão a falar com o gato. Ele disse-lhe:
“Então és tu não é? Seu grande ladrão!” E o rapaz respondeu:”Eu não fiz nada. Foi o teu gato que estava a gritar e eu pensei que estivesse com fome.”Mas ele não acreditou. Quanto ao gato ele ficou feliz porque poderia comer peixes todos os dias porque o dono iria pensar que era o irmão mais novo. Dias depois, combinaram ir para uma festa de despedida de um amigo. Queriam levar o gato mas ele começou a gritar só para fingir que estava doente. Sendo assim ficou em casa sozinho. Quando foram disse o gato muito contente: “Muito bem! É hoje a festa dos peixes. Vou comer, comer e comer.”
Assim ele se fez. Momentos depois o irmão mais velho foi para a casa porque não se sentia muito bem. Quando o gato ouviu a porta a abrir, ele espantou-se e ficou com a boca cheia de peixe. O seu dono abriu a porta e disse-lhe:” O que é que tens. Coitadinho! Já pioraste. Vou chamar um médico. E o gato abanou a cabeça. Quis dizer que não. E o dono então foi buscar uma injecção para dar-lhe. Mas ele não quis saber.Mas mesmo assim deu-lhe e injenção. E o gato gritou e todos os peixes que ele tinha na boca voaram para fora. O dono espantou e disse:”O quê? Seu ladrão! Então és tu. Pensei que era o meu irmão. Agora vais ter de apanhar por isto.” Coitado! Tomou uma surra e a única coisa que disse foi:” MIAU, MIAU,MIU,MIL!.”

Autora Maria de Jesus Correia
CPRI







terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A história do sapo feiticeiro
Noutros tempos havia numa zona um tanque muito grande. Nele havia muitos sapos. Mas neste mesmo tanque havia um grande mistério! Muitas pessoas que passavam por perto ouviam uma voz que dizia: “Se caíres dentro da água ficarás poderosa!” E muitas pessoas se espantavam. Um dia , um pobre rapaz que por aí passava ouviu a mesma coisa. E ele como era um rapaz muito pobre acreditou na conversa. Logo de imediato sem pensar duas vezes, caiu na água. Coitado! Virou-se um cão!
Sabem qual era o mistério? É que dentro daquele tanque havia um sapo feiticeiro que tinha como objectivo enfeitiçar as pessoas. Momentos depois apareceu uma menina com a sua mãe, e ela ouviu o cão(o rapaz enfeitiçado) à latir. E ela gritou:” mãe! Um cãozinho está a gritar! Chamaram uma pessoa para ir retirar o cão da água. Levaram uma escada e um senhor conseguiu descer dentro do tanque para salvar o cão.
Depois deste ter sido salvo, levaram-no para casa. Quando chegaram em casa deram-lhe um bom banho e deram-lhe de comer. Mas coitadinha da menina! Estava muito feliz e nem sabia se era um humano transformado num animal!
Dias depois a menina estava deitada no seu quarto e de repente ouviu o cão a dizer:”O que é que eu fiz para merecer isto meu deus?” Ela espantou-se e foi imediatamente para o quarto onde tinha deitado o cão. Quando chegou disse-lhe:”O quê ouvi você a falar?” E o cão respondeu:” tenho que te contar a verdade. Sou um animal transformado num animal. Isso foi toda culpa minha. Não deveria ter visto pelo lado da fortuna. E
agora deu no que deu. Já não sou aquele lindo rapaz de sempre.” E a menina num olhar triste e meigo disse:” Mas como isso aconteceu?” E o cão contou-lhe sobre o sapo.
Falaram, falaram e descobriram uma solução para acabar com o sapo. Pensaram em fazer um reunião onde poderiam contar toda a verdade para as pessoas. Noutro dia contaram à mãe tudo e a mãe achou que era melhor não fazer a reunião porque iriam ignora-la. Mas não era preciso marcar reunião porque já estava marcado uma reunião, onde as pessoas iriam falar sobre aquele aquela voz que ouviam dentro da água.
No dia da reunião a menina disse ao cão:” vou levar-te para lá, mas vais ter que falar para que eles acreditam em mim.” E assim combinaram. Quando chegaram lá a menina começou a falar sobre o rapaz que tinha sido enfeitiçado. Não queriam ouvi-la e mandaram-lhe sair daí porque acharam que ela estava a inventar. Mandou o cão falar, mas ele não quis falar nada.
Ela saiu a correr de vergonha e a chorar. Quando chegou em casa nem quis lalar com o cão. Momentos depois o cão foi falar com ela:”Desculpa! Deveria ter falado. É porque fiquei com vergonha. Mas podemos tentar outra vez.”
Mas uma segunda vez combinaram e a menina não teve medo de ser injuriada pelos outros.
Chegou na reunião e sem ela falar alguma coisa começaram a manda-la sair. Mas desta vez ela foi muito forte. Pisou o cão e este gritou:” Ai‼! Pisaste o meu pé‼! E todas as pessoas ficaram espantadas e viram que a menina tinha razão.
Foram pedir a menina desculpas.  Pensaram logo numa maneira de acabar com o sapo. Arranjaram um veneno e começaram a planear. Mas não podiam matar todos os sapos. Como o rapaz sabia qual sapo ele indicou-os. Retiraram todos os sapos da agua e deitaram o veneno sobre o sapo feiticeiro. Noutro dia quando a menina saiu das aulas foi para a casa e encontrou em vez de cão, um lindo rapaz! De olhos apaixonados e de coração gelado disse ao rapaz:” Antes eu queria ter um cão, mas agora, olhando para ti quero o contrário. E o rapaz disse:” eu, antes vivia pelo dinheiro. Mas agora que te conheci, passarei a viver pelo amor.”
Deram um beijo e…Nem voz conto!

Viveram felizes para sempre.  
            

Autora: Maria de Jesus Correia
CPRI


                          

    
    

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O conto da Madre feiticeira


O conto da madre feiticeira
Noutros tempos havia numa cidade uma madre que andava muito ausente da igreja. Muitos cochichavam da sua ausência. Pois ela era uma grande feiticeira.
Vou contar-vos um pouco da sua história:

Todos os dias de manhã ela era a primeira a levantar-se da cama, pois enganava as outras que ia visitar a sua mãe que era doente. Ela ia mesmo era à casa dos padres para ir vê-los a tomar banho logo de manhã Quando chegava lá bisbiotava-os da janela. Quando via a parte mais interessante ela sempre dizia a mesma coisa: Que diabo ele tem? Dizia isso em voz alta e sempre os padres ouviam mas nunca viam nada.

Nos dias missa ela dificilmente aparecia, pois ia enfeitiçar os padres que ficavam na paróquia. Virava-os cego! E depois? qerem saber o que fazia com eles? Deitava-os na cama e apenas dizia”Qe diabo você tem!” E os padres gritavam, gritavam...
Um dia ela resolveu ir a missa e todos perguntavam-lhe “ Madre, porquê há muito tempo não veio à missa?”
Ela respondia: “Sabem meus irmãos, é porque andava a cuidar da minha mãe que andava doente, mas deus ha-de de ma perdoar essa minha ausência. Mas se preocupem! Ela já está melhor graças à deus.”




Na hora da missa, o feitiço tornou contra a feiticeira!
Quando o padre foi dar bênção, ela caiu no chão, pois, ela não conseguiria levantar se ela não dissesse o que sempre dizia no feitiço. Então ela gritou: “Que diabo ele tem?” Todos espantaram e o pior é que os padres já conheciam aquela frase. Então disseram todos de uma vez: “O quê? É ela que nos enfeitiça e depois fica a carênciar o nosso bichinho?”
E toda a gente se riu. No principio parecia uma palhaçada, mas depois tomaram a situação como sendo muito séria.
E a madre coitada! Nem vos conto o seu fim!

                               (continua)
  

Autora: Maria de Jesus Correia(zéza)
CPRI

sábado, 12 de janeiro de 2013

A menina triste e sem nome


A História da  menina triste e sem nome

 

Era uma vez uma menina triste e sem nome  Era uma menina muito linda e devido ao facto de ela ser anónima era infeliz. Um dia foi para as aulas e os colegas começaram a humilha-la dizendo que ela não era nada no mundo e por isso não poria brincar com eles. Ou seja, achavam que ela era inferior à eles.

Coitadinha! Pôs a chorar e saiu a correr de vergonha.

Ela tinha dois amigos chamados de: Maria Madalena e de Luís. Eles eram os únicos amigos que ela tinha, pois tratavam-lhe melhor do que os outros colegas.

Foram atrás dela e encontraram-lhe a chorar. Falaram com ela, explicaram-lhe que o nome não é tudo na vida mas sim, o amor  o respeito e a felicidade são duas coisas importantes na vida. Finalmente conseguiram convencer-lhe a voltar para a escola. Voltaram e Maria Madalena falou com os colegas dizendo-lhes que não se pode nunca humilhar os outros porque todos nós somos iguais. Falou-lhes tudo o que mereciam ouvir e sem nenhuma palavra foram para a sala de aula.

Noutro dia era o aniversario dela e Maria Madalena e Luís combinaram fazer uma festa de surpresa para ela . Combinaram com os colegas e começaram a preparar a surpresa. 

 

 

No dia seguinte ela foi para às aulas e  não encontrou ninguém na escola. Achou-se estranho porque todas as vezes que chegava na escola, estavam todos presentes. Chegou na porta da sala, bateu e abriram-lhe a porta. Todos começaram a cantar-lhe parabéns e ela sorria muito e ficou surpreendida porque nunca  pensou que os colegas que lhe odiavam poderiam fazer-lhe tão feliz como naquele momento. Depois ela virou a cara para o quadro e viu um nome muito bonito que era: BEIJA FLOR e perguntou quem era daquele nome tão bonito e responderam-lhe que era o nome dela. Ela ficou muito feliz porque finalmente a partir daquele momento sentiria igual a todos os colegas. Foi uma boa ocasião para os colegas pediram-lhe desculpas .da a estupidez do dia anterior. Ela perdoou-lhes e disse no nunca iria esquecer-se daquele dia.

depois daquele dia viveu no mundo sem medo de ser desprezada. Assim viveu feliz para sempre.

 

 

 

Autora: Maria de Jesus Correia

CPRI